Querido anônimo,
escrevo-te essa carta com uma saudade que dói o corpo, é acho até para ser mais exata, sinto dor nas costas de sua falta, faz um frio o seu vazio e um silêncio escroto o barulho de sua ausência, mas rola um CD, e a luz, a iluminação é outra. Nem sei quando terei coragem de te dizer-te amo, é o tempo da respiração pela boca com a batida do coração que gera a ansiedade... Mas posso ser mais suave se puxar o ar pelo nariz mantendo um sorriso no rosto e com muita tranqüilidade e melodia, pode ser mais fácil dizer te amo. Sei lá se te escrevo um coração de papel, uma carta de amor, uma música, um poema ou olho nos seus olhos e pago um pau de verdade.
escrevo-te essa carta com uma saudade que dói o corpo, é acho até para ser mais exata, sinto dor nas costas de sua falta, faz um frio o seu vazio e um silêncio escroto o barulho de sua ausência, mas rola um CD, e a luz, a iluminação é outra. Nem sei quando terei coragem de te dizer-te amo, é o tempo da respiração pela boca com a batida do coração que gera a ansiedade... Mas posso ser mais suave se puxar o ar pelo nariz mantendo um sorriso no rosto e com muita tranqüilidade e melodia, pode ser mais fácil dizer te amo. Sei lá se te escrevo um coração de papel, uma carta de amor, uma música, um poema ou olho nos seus olhos e pago um pau de verdade.
Sei lá se estou afim de te contar que estou precisando de férias, vou te beijar antes com muita vontade, mas no reveillon, eu vou sair de férias para um lugar qu eu nunca fui. (Sempre recebo mensagens budistas por e-mail falando que esse lugar que nunca fui é bom) E sei lá, continuo acreditando que na maioria das vezes eu estava no lugar certo na hora certa por pura distração e com você nem foi diferente.
No mais sei lá como terminar esse sem nome nosso de cada dia, mas posso te dizer que o prazer é todo meu.

2 comentários:
olhe nos olhos do seu anônimo...
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